PENTATEUCO KARDEQUIANO

PENTATEUCO  KARDEQUIANO
OBRAS BÁSICAS

Tuesday, February 20, 2018

Revue Spirite

Revue Spirite, 1864, pg. 323: "É um fato constante que o espiritismo é mais prejudicado por aqueles que o compreendem mal do que por aqueles que em absoluto não o compreendem, e mesmo por seus inimigos declarados; deve-se observar que aqueles que o compreendem, têm geralmente a pretensão de entendê-lo melhor que os outros; não é raro ver iniciantes pretender, ao fim de alguns meses, mostrar isso novamente àqueles que têm em seu favor a experiência adquirida em estudos sérios. Essa pretensão, que evidencia o orgulho, é ela própria uma prova notória da ignorância dos verdadeiros princípios da doutrina,"

A um amador demasiado crédulo, que, sentindo-se logrado por um médium pago, pediu a Allan Kardec que o fizesse pereseguir pela justiça dos homens, enquanto espera a que ele fosse castigado pela justiça de Deus, o mestre respondeu:
Revu spirite, 1865, pg. 88: "Lamento que o senhor tenha podido pensar que eu serviria no que quer que fosse aos seus desejos de vingança, tomando iniciativas para entregar os culpados à justiça. Isso é cometer um sério engano sobre meu papel, meu caráter e minha compreensão dos verdadeiros interesses do espiritismo. O senhor é realmente, como diz, meu irmãao em Deus, creia-me, implore sua clemência e não sua cólera; porque aquele que chama essa cólera sobre outrem corre o risco de fazê-la recair sobre si mesmo."                                                                                                                  Resultado de imagem para allan kardec fotos

Friday, February 16, 2018

VISITAS FRATERNAS

Visita é um ato de fraternidade, do qual não convém abusar com furto de tempo ou comentário inconveniente.
Sempre que possível, a visita será marcada com antecedência, a fim de que não se sacrifique aqueles que a recebem.
A pessoa que visita outra, pelo prazer da amizade ou da cortesia, não necessitará, para isso, de tempo acima de quinze ou vinte minutos, competindo aos anfitriões prolongar esse tempo, insistindo para que o visitante ou visitantes não se retirem.
Entre os que se reencontram, haverá espontaneamente bastante consideração para que não surjam lembranças desagradáveis, de parte a parte.
Nunca abusar do amigo que visita, solicitando-lhe serviço profissional fora de lugar ou de tempo, como quem organiza emboscada afetiva.
Não se aproveitar dos minutos de gentileza, no trato social, para formular conselhos que não foram pedidos.
Calar impressões de viagens ou dados autobiográficos, sempre que não sejam solicitados pelos circunstantes.
Evitar críticas, quaisquer que sejam.
Silenciar perguntas capazes de constranger os anfitriões.
Nunca deitar olhadelas para os lados, à maneira de quem procura motivos para censura ou maledicência.

FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
PELO ESPÍRITO ANDRÉ LUIZ

SINAL VERDE

Thursday, February 15, 2018

APRENDENDO COM EMMANUEL

APRENDENDO COM EMMANUEL

https://www.youtube.com/watch?time_continue=36&v=qjhnOjCHkFw

Wednesday, February 14, 2018

34º Congresso espírita do Estado de Goiás - 2018 - Ideologia de Gênero - Divaldo Franco

DESTAQUE PARA A FALA DE DIVALDO AOS 48 MIN. E 15 SEG. - IDEOLOGIA DE GÊNERO

https://youtu.be/UmIVsccD_x8 

Tuesday, February 13, 2018

Revue Spirite



Revue Spirite, 1863, pg. 159: “Não se poderia, no tocante à publicidade, trazer um excesso de circunspecção, nem calcular com um excesso de cuidado o efeito que pode ser produzido no leitor. Em resumo, é um erro grave se acreditar obrigado a publicar tudo o que ditam os espíritos, porque, se existem alguns bons e esclarecidos, há outros maus e ignorantes; é importante fazer uma escolha muito rigorosa de suas comunicações e eliminar tudo o que for inútil, insignificante, falso ou de natureza a produzir uma impressão ruim. Sem dúvida é preciso, mas semear bons grãos e no tempo oportuno.

É nesse tipo de trabalho mediúnico que observamos mais sinais de obsessão, dos quais um dos mais frequentes é a injunção por parte do espírito de fazê-los publicar, e mais de um pensa, erroneamente, que basta essa recomendação para encontrar um editor com pressa de se encarregar disso. ”



Revue Spirite, 1863, pg. 158: “Em todas as obras mediúnicas, é conveniente descartar primeiro tudo o que é de interesse privado, não importando a quem aquilo concerne; depois tudo o que é vulgar pelo estilo e pelos pensamentos, ou pueril pelo assunto; uma coisa pode ser excelente em si mesma,  muito boa para fazer dela sua instrução pessoal, mas o que de chegar ao público exige condições especiais; infelizmente o homem está inclinado a imaginar que tudo o que lhe agrada deve agradar aos outros; o mais hábil pode se enganar, o conjunto deve se enganar o menos possível. Existem espíritos que sentem prazer em cultivar essa ilusão entre certos médiuns; é por isso que não poderíamos recomendar em demasia a estes últimos não se remeter a seu próprio julgamento, e é nisso que os grupos são úteis, pela multiplicidade dos conselhos que eles permitem recolher. Aquele que, nesse caso, recusaria a opinião da maioria, crendo ter mais luzes que todos, provaria a má influência sob a qual se encontra, ”

Monday, February 12, 2018

SEARA DOS MÉDIUNS





Do livro Seara dos Médiuns, em que Emmanuel comentou o “O Livro dos Médiuns”


OBSESSÃO E JESUS (Questão, 237)


Cristãos eminentes, em variadas escolas do Evangelho, asseveram na atualidade que o problema da obsessão teria nascido no culto da mediunidade, à luz da Doutrina Espírita, quando a Doutrina Espírita é o recurso par a supressão do flagelo.

Malham médiuns, fazem sarcasmos, condenam a psicoterapia em favos dos desencarnados sofredores e, por vezes, atingem o disparate de afirmar que a prática medianimica estabelece loucura.

Esquecem-se, no entanto, de que a vida de Jesus, na Terra, foi uma batalha constante e silenciosa contra obsessões, obsidiados e obsessores.

O combate começa no alvorecer do apostolado divino.  Depois da resplendente consagração da manjedoura, o Mestre encontra o primeiro grande obsidiado na pessoa de Herodes, que decreta a matança de pequeninos, com o objetivo de aniquilá-lo

Mais tarde, João Batista, o companheiro de eleição que vem ao mundo secundar-lhe a obra sublime, sucumbe degolado, em plena conspiração de agentes da sombra.

Obsessores cruéis não vacilam em procura-lo, nas orações no deserto, verificando-lhe os valores do sentimento.

 A cada passo, surpreende Espíritos infelizes senhoreando médiuns desnorteados.

O testemunho dos apóstolos é sobejamente inequívoco.

Relata Mateus que os obsidiados gerasenos chegavam a ser ferozes; refere-se Marcos ao obsidiado de Cafarnaum, de quem desventurado obsessor se retira clamando contra o Senhor em grandes vozes; narra Lucas o episódio em que Jesus realiza a cura de um jovem lunático, do qual se afasta o perseguidor invisível, logo após arrojar o doente ao chão, em convulsões epileptoides; e reporta-se João a israelitas positivamente obsidiados, que apedrejam o Cristo, sem motivo, na chamada Festa da Dedicação.

Entre os que lhe comungam a estrada, surgem obsessores e psicoses diversas.

Maria de Magdala, que se faria a mensageira da ressurreição, fora vítima de entidades perversas.

Pedro sofria de obsessão periódica.

Judas era enceguecido em obsessão fulminante.

Caifás mostrava-se paranoico.

Pilatos tinha crises de medo.

No dia da crucificação, vemos o Senhor rodeado por obsessões de todos os tipos, a ponto de ser considerado, pela multidão, inferior a Barrabás, malfeitor e obsesso vulgar.

E, por último, como se quisesse deliberadamente legar-nos preciosa lição de caridade para com os alienados mentais, declarados ou não, que enxameiam no mundo, o Divino Amigo prefere partir da Terra na intimidade de dois ladrões, que a Ciência de hoje classificaria por cleptomaníacos pertinazes.

À vista disso, ante os escarnecedores de todos os tempos, eduquemos a mediunidade na Doutrina Espírita, porque só a Doutrina Espírita é luz bastante forte, em nome do Senhor, para clarear a razão, quando a mente se transvia, desgovernada, sob o fascínio das trevas.



SEARA DOS MÉDIUNS

(Chico Xavier/Emmanuel, ed. FEB)



OBSESSORES (Questão 249 de O LM.)


Obsessor, em sinonímia correta, quer dizer “aquele que importuna”.

E “aquele que importuna” é, quase sempre, alguém que nos participou a convivência profunda, no caminho do erro, a voltar-se contra nós, quando estejamos procurando a retificação necessária.

Resultado de imagem para foto de chico xavier No procedimento de semelhante criatura, a antipatia com que nos segue é semelhante ao vinho do aplauso convertido no vinagre da crítica.

Daí a necessidade de paciência constante para que se lhe regenerem as atitudes.



Considerando, desse modo, que o presente continua o pretérito, encontramos obsessores reencarnados, na experiência mais íntima.

Muitas vezes rotulados com belos nomes.

Vestem roupa carnal e chamam-se pai ou mãe, esposo ou esposa, filhos ou companheiros familiares na lareira doméstica.

Em algumas ocasiões, surgem para os outros na apresentação de Santos, sendo para nós benemerentes verdugos.

Sorriem e ajudam na presença de estranhos e, a sós conosco, dilaceram e pisam, atendendo, sem perceberem ao nosso burilamento.

E, na mesma pauta, surpreendemos desafetos desencarnados que nos partilham a faixa mental, induzindo-nos à criminalidade em que ainda persistem.

Espreitam nossa estrada, à feição de cúmplices do mal, inconformados com o nosso anseio de reajuste, recompondo, de mil modos diferentes, ciladas de sombra em que venhamos a cair, para absorver-lhes a ilusão ou loucura.



Recebe, pois, os irmãos do desalinho moral de ontem com espírito de Paz e de entendimento.

Acusá-los, seria o mesmo que alargar-lhes a ulceração com novos golpes.

Criva-los de reprimendas, expressaria indução lamentável a que se desmereçam ainda mais.

Revidar-lhes a crueldade, significaria comprometer-nos em culpas maiores.

Condena-los, é o mesmo que amaldiçoar a nós mesmos, de vez que nos acompanham os passos, atraídos pelas nossas imperfeições.



Aceita-lhes injúria e remoque, violência e desprezo de ânimo sereno, silenciando e servindo.

Nem brasa de censura, nem fel de reprovação.

Obsessores visíveis e invisíveis são nossas próprias obras, espinheiros plantados por nossas mãos.

Endereça-lhes, assim, a boa palavra ou o bom pensamento, sempre que preciso, mas não lhes negues paciência e trabalho, amor e sacrifício, porque só a força do exemplo nobre levanta e reedifica, ante o Sol do futuro.



SEARA DOS MÉDIUNS

(Chico Xavier/Emmanuel, ed. FEB)



LIVRE ARBÍTRIO E OBSESSÃO (Questão 254 - §2º de O LM.)


No tratamento da obsessão, frequentes vezes, entre os seareiros do bem, surgem debate em torno do livre-arbítrio.

Se a faculdade de escolher é atributo da alma, como influir no ânimo dos desencarnados menos felizes?

Temos aqui, no entanto, o princípio de causa e efeito, importando reconhecer que se Jesus respeitou as resoluções de quantos lhe respiravam o ambiente, não arrebatou ninguém às consequências dos próprios atos.



Se caímos na criminalidade, somos espíritos doentes e qualquer doente guarda a sua independência, até o ponto em que ameaça à integridade dos outros ou agrava a condição de si mesmo.

Para atender a isso, a sociedade humana relaciona vários recursos de contenção, destacando-se entre eles a segregação hospitalar e a anestesia involuntária, que parecem atentados à consciência.

Entretanto, ninguém malsinará o médico que administre opiáceos ao enfermo desesperado, que lhe tente rasgar as próprias vísceras, ou que isole na câmara gradeada de um sanatório o louco suscetível de descer às últimas raias da inconsequência.



Diante da obsessão, não te mostres indiferente à sorte dos irmãos incursos nessa dificuldade.

A pretexto de resguardar o livre arbítrio, não deixes o companheiro desencarnado e o companheiro da experiência física sem o concurso do esclarecimento que lhes serve ao caminho como inevitável medicação

Dinamiza o conhecimento quanto julgues preciso, em cada processo de reajuste, mas explica aos irmãos em prova a trilha mais fácil para a libertação deles mesmos.

Ainda assim, porque estejas a serviço da verdade, não te faças verdugo.

Aspereza é veneno sutil.

Irritação retorna qualquer serviço à estaca zero.

Ninguém realmente sabe ensinar se não sabe repetir a lição.

Socorre o obsessor e obsidiado, incutindo-lhes a verdade dosada em amor; contudo, recorda que o veículo de semelhante remédio é paciência e paciência.



SEARA DOS MÉDIUNS

(Chico Xavier/Emmanuel, ed. FEB)



OBSESSÃO E EVANGELHO (Questão 244 de O LM.)


A quem diga que o Espiritismo cria obsessões na atualidade do mundo, respondemos com os próprios Evangelhos.



Nos versículos 33 a 35, do capítulo 4, no Evangelho de Lucas, assinalamos o homem que se achava no santuário, possuído por um Espírito infeliz, a gritar para Jesus, tão logo lhe marcou a presença: “que temos nós contigo? ” e o Mestre, após repreendê-lo, conseguiu retirá-lo, restaurando o equilíbrio do companheiro que lhe sofria o assédio.

Temos ai a obsessão direta.



Nos versículos 2 a 13, do capítulo 5, no Evangelho de Marcos, encontramos o auxílio seguro prestado pelo Cristo ao pobre gadareno, tão intimamente manobrado por entidades cruéis, e que mais se assemelhava a um animal feroz, refugiado nos sepulcros.

Temos aí a obsessão, seguida de possessão e vampirismo.



Nos versículos 32 e 33, do capitulo 9, no Evangelho de Mateus, lemos a notícia de que o povo trouxe ao Divino Benfeitor um homem mudo, sob o controle de um Espírito em profunda perturbação, e, afastado o hóspede estranho pela bondade do Senhor, o enfermo foi imediatamente reconduzido a fala.

Temos aí a obsessão complexa, atingindo Alma e corpo.



No versículo 2, do capítulo 13, no Evangelho de João, anotamos a palavra positive do apóstolo, asseverando que um Espírito perverso havia colocado no sentimento de Judas a ideia de negação do apostolado.

Temos aí a obsessão indireta, em que a vítima padece influencia aviltante, sem perder a própria responsabilidade.



Nos versículos 5 a 7, do capítulo 8, nos Atos dos apóstolos, informa-nos de que Felipe, transmitindo a mensagem do Cristo, entre os samaritanos, conseguiu que muitos coxos e paralíticos se curassem, de pronto, com o simples afastamento dos Espíritos inferiores que os molestavam.

Temos aí a obsessão coletiva, gerando moléstias-fantasmas.



E, de ponta a ponta, vemos que o Novo Testamento trata o problema da obsessão com o mesmo interesse humanitário da Doutrina Espírita.

Não nos detenhamos, diante dos críticos contumazes.

Estendamos o serviço de Socorro aos processos obsessivos de qualquer procedência, porque os princípios de Allan Kardec revivem os ensinamentos de Jesus, na antiga batalha da luz contra a sombra e do bem contra o mal.



SEARA DOS MÉDIUNS

(Chico Xavier/Emmanuel, ed. FEB)


OBSESSÃO E CURA (Questão 254, §5º)

Alguém, certa feita, indagou de grande filosofo como classificaria o sábio e o ignorante, e o filósofo respondeu afirmando que considerava um e outro como sendo o médico e o doente.

No entanto, acrescentamos nós: entre o médico e o doente existe o remédio.

Se o enfermo guarda a receita no bolso e foge à instrução indicada, não adianta o esforço do clínico ou do cirurgião que despendem estudo e tempo para servi-lo.



Que a obsessão é moléstia da alma, não há negar.

A criatura desvalida de conhecimento superior rende-se, inerme, à influência aviltante, como a planta sem defesa se deixa invadir pela praga destruidora, e surgem os dolorosos enigmas orgânicos que, muitas vezes, culminam com a morte.

Dispomos, contudo, na Doutrina Espírita, à Luz dos ensinamentos do Cristo, de verdadeira ciência curativa da alma, com recurso próprio à solução de cada processo morboso da mente, removendo o obsessor do obsidiado, como o agente químico ou a intervenção operatória suprimem a enfermidade no enfermo, desde que os interessados se submetam aos impositivos do tratamento.



Se conduzes o problema da obsessão com lucidez bastante para compreender as próprias necessidades, não desconheces que a renovação da companhia espiritual inferior, a que te ajustas, depende da tua própria renovação

 Ouvirás preleções nobres, situando-te os rumos.

Recolheras, daqui e dali conselhos justos e precisos.

Encontrarás, em suma, nos princípios espiritas, apontamento certo e exata orientação.

Entretanto, como no caso da receita formulada por médico abnegado e culto, em teu favor, a lição do Evangelho consola e esclarece, encoraja e honra aqueles que a recebem, mas, se não for usada, não adianta.













Wednesday, February 07, 2018

OS AMIGOS DESAJEITADOS



Allan Kardec não cessa alertar contra as comunicações de certas categorias de espíritos e recomenda a cada instante passar, sempre, todos os ditados desses espíritos pelo crivo da consciência e da razão.

Revue Spirite, 1863, pg.  75: “Esses falsos eruditos falam de tudo, montam sistemas sobre bases frágeis, criam utopias ou ditam as coisas mais excêntricas, e ficam felizes em encontrar intérpretes complacentes e crédulos que aceitam suas elucubrações de olhos fechados. Essas espécies de publicações têm inconvenientes muito graves porque o médium, ele próprio enganado, seduzido na maioria dos casos por um nome apócrifo, as dá como coisa séria, das quais a crítica se apressa em se apoderar para designar o espiritismo, ao passo que, com menos presunção, bastaria ele ter se aconselhado com seus colegas para ser esclarecido. É bastante raro que, nesse caso, o médium não ceda à injunção de um espírito que – infelizmente! – quer, como certos homens, ser publicado a todo custo; se o médium tivesse mais experiência, saberia que os espíritos verdadeiramente superiores aconselham, mas não se impõem e jamais tentam lisonjear, e que toda prescrição imperiosa é um sinal suspeito. ”